quinta-feira, 31 de maio de 2012

VÍDEO NOTÍCIA: DESAFIO A DISTÂNCIA: SILAS MALAFAIA










O milionário $ila$ Malafaia estará pregando nos dias 02 e 09 de junho 2012 sobre a UMA VIDA DE PRO$PERIDADE. E desafia todos os blogueiros apologéticos a provarem se em sua mensagem tem algum erro doutrinário. Veja o vídeo:


Ora, é elementar meu caro leitor que o $ila$ Malafaia não vai entrar nas heresias da TEOLOGIA DA PRO$PERIDADE. Pessoas tipo ele, que já deram refutações em público a esse tipo de teologia não vai se expor claramente que agora seja a favor. Com certeza as pregações do dia 02 e 09 de junho estarão cheias de ambigüidades e eufemismos, para que não venha a se contradizer. Se caso ele saia da camuflagem pentecostal e assuma mesmo de fato suas reais convicções neopentecostais. O blogueiro aqui vai mandar V.


O fato é que esse DESAFIO não tem debate, com réplica e tréplica. Pois, apenas ele falará. Foge muito a realidade do significado da palavra "desafio". No máximo, será um "DESAFIO A DISTÂNCIA". Nada mais do que isso.

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domingo, 20 de maio de 2012

VÍDEO NOTÍCIA: DESMASCARANDO O ENGANO

Já está mais do que na hora de fazermos o que esse irmão fez: desmascarar o erro! Voltemos ao evangelho puro e simples. É hora de uma nova reforma da igreja! Quanto a ENGANADORA de otários, confirma tudo dizendo: SAIA DO "MEU TEMPLO", "SAIA DO MEU TEMPLO". Isso mesmo o templo dela: a deusa enganadora. Porque templo de Deus, somos nós! (1Co.3.16; 6.19).



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terça-feira, 1 de maio de 2012

PECADOS DE FAMÍLIA X MALDIÇÃO HEREDITÁRIA. Qual desses assuntos tem respaldo bíblico? Atualização 24.01.2018



Se você me perguntar: Qual a diferença de um assunto para o outro? A diferença é que enquanto o primeiro assunto tem respaldo bíblico o outro não tem.

A palavra “maldição” na perspectiva bíblica não se refere ao nosso entendimento brasileiro de “feitiço mau”. Esse entendimento neopentecostal de maldição é um anacronismo sincrético*. Esta palavra “maldição” quer dizer outra coisa nas línguas originais da Bíblia.

As palavras comumente usadas na Bíblia são:

Antigo Testamento: “qelalah”: maldição, difamação, execração. “‘arar”: amaldiçoar. “’alah”: 1) juramento; 2) juramento de aliança; 3) maldição; 4) execração. “meerah”: maldição. “shebuv’ah”: juramento, maldição.
za’am”: ira, indignação. “cherem”: 1) uma coisa devotada, uma coisa dedicada, proibição, devoção; 2) uma rede, coisa perfurada; 3) que foi destruído completamente, (designado para) destruição total.

Novo Testamento: “ara”: 1) oração, súplica; 2) imprecação, praga, maldição. “katara”: 1) execração, imprecação, maldição. “katanathema”: maldição.

O verbo “amaldiçoar”, está ligado aos termos acima, com poucas exceções:

Antigo Testamento: “qalal”: ser desprezível, ser ligeiro, ser insignificante, ser de pouca monta, ser frívolo. “arar”: amaldiçoar. “qelalah”: maldição, difamação, execração. “qabab”: amaldiçoar, proferir uma maldição contra. “naqab”: 1) furar, perfurar, abrir, determinar; 2) amaldiçoar, blasfemar.

Novo Testamento: “kataraomai”: amaldiçoar, condenar, imprecar o mal sobre.

Vejamos em nosso idioma o que significa maldição, só para que venhamos a perceber, a seguir, como essa palavra não tem o mesmo sentido no texto bíblico:

“Ato ou efeito de amaldiçoar. / Palavras com que uma pessoa deseja que advenham males a outra; praga. / Desgraça, fatalidade: a maldição caiu sobre o infeliz”. (fonte: ).

O USO DA PALAVRA MALDIÇÃO DENTRO DO CONTEXTO BÍBLICO

A palavra “maldição” quer dizer:

Destruição, difamação/calúnia, maldizer, condenação (juízo/julgamento), desgraça (ausência da graça). Exemplos:

Maldizer, calúnia/difamação:

“Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.” (Tiago 3:9 ARA).

A palavra grega presente no texto é “kataraomai”. Como já a vimos na definição acima. Pelo contexto, diz que nós “bendizemos”, que vem do grego “eulogeo”: louvar, celebrar com louvores; invocar bênçãos, consagrar algo com solenes orações, etc. Onde a definição correlata ao texto é “louvar” ou como está na versão ARA “bendizer”. Pois louvar é elogiar, enaltecer, bendizer. Isto é, dize bem sobre determinada pessoa ou coisa. No caso de Tiago 3.9, dizer bem sobre Deus com a língua, mas com a mesma “amaldiçoamos” os homens. Isto é, maldizemos, caluniamos, difamamos as pessoas. Embora a palavra grega “kataraomai” signifique primeiro: amaldiçoar, condenar. A que mais se encaixa é a terceira definição, que é “imprecar o mal sobre”. Esta definição tem a ver com “expressar o desejo de que recaiam males sobre alguém”. Embora “imprecar” signifique também “rogar pragas, soltar pragas”. Todavia, o contexto não leva nessa interpretação. Uma vez que a carta de Tiago é dirigida a cristãos e não a feiticeiros. Isto é, pedir insistentemente uma “praga” para alguém não faz o perfil do contexto. O que está mais previsível no caso é que a palavra “amaldiçoamos” no versículo é antítese de “bendizemos”. Portanto, o sentido correto do texto é “maldizer”. Onde “kataraomai” está como metonímia de “kakologeo” (o oposto de “eulogeo”), que quer dizer: falar mal de, injuriar, abusar, maldizer.

Destruição:

“mas, se produz espinhos e abrolhos, é rejeitada e perto está da maldição; e o seu fim é ser queimada.” (Hebreus 6:8 RA). A palavra grega usada no texto para maldição é “katara” como já a vimos na definição das palavras. Temos no texto um trecho grego: “kai kataras eggus es to telos eis kausin”. (Textus Receptus). Onde “adokimos” relaciona-se a reprovação, “kataras” a maldição, “eggus” a próximo e “telos” ao fim. O conjunto destas palavras retratam a destruição do sujeito da oração. No caso a terra, que ora produz erva e ora produz espinhos e abrolhos. Neste caso é destinada a destruição que era feita com fogo. Queimando todo o solo.

Condenação/julgamento/juízo:

“Todos quantos, pois, são das obras da lei estão debaixo de maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las […] Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro).” (Gálatas 3:10,13 RA)

O presente texto nos apresenta a palavra “maldição” no perfil de julgamento. A palavra grega neste texto é “katara” também. Só que neste contexto. Ela tem outra conotação. Embora em sua definição não tenha a palavra “julgamento”, todavia é isso que ocorreu com Jesus. O contexto tá dizendo que os que “são das obrais da lei estão debaixo de” julgamento, condenação. A palavra “katara” está aqui como metonímia de “krima” (decreto, julgamento, ação judicial) de “katakrisis” (condenação). E a outra parte que usa a palavra “maldito” vem do grego “epikataratos”. Quer dizer: “amaldiçoado, execrável, exposto \a vingança divina, sob a maldição de Deus”. Enfim, está sob o juízo de Deus.

Desgraça:

“Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão,” (Apocalipse 22:3 RA).

Este outro texto nos apresenta a palavra “maldição” com outro sentido. O de desgraça. A palavra grega é “katanathema” como já a vimos aqui na definição. Essa palavra quer dizer unicamente “maldição”. Isto é, Deus não permitirá mais desgraça. Na plenitude da vida eterna, Deus não separará certas coisas ou pessoas para condenação. Esta palavra grega é prima de “anathema” citada por Paulo em Gálatas 1.8. Algo que era destinado para a destruição (no contexto).

Imprecação:

“a boca, eles a têm cheia de maldição e de amargura;” (Romanos 3:14 RA).

Nesta outra passagem bíblica em análise, a palavra “maldição” está como “imprecação”. A palavra grega aqui é “ara”, que já a vimos aqui nas definições das palavras. A palavra “imprecação” quer dizer o ato de imprecar. Que significa: “Expressar o desejo de que recaiam sobre alguém males (ou bens). Pedir, rogar com insistência. Rogar pragas, soltar pragas”. (fonte: ). Isso não quer dizer que o desejo das pessoas tenham poder algum. Esta palavra associa-se ao sentimento ruim das pessoas, de querer (desejar) ver o mal das outras. Esse é o contexto da carta de Romanos aqui. Paulo descreve a ruindade das pessoas do verso 10 até o 18. Ele faz uma citação inicial do Salmo 14.

As bênçãos e maldições de Deuteronômio 28

EM PARADOXO COM O DIVINO

Ninguém pode destruir (amaldiçoar) plenamente uma pessoa a não ser Deus: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”. (Mt.10.28). E nem julgar ou condenar (amaldiçoar): “Um só é Legislador e Juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer; tu, porém, quem és, que julgas o próximo?” (Tg.4.12). “Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também”. (Mt.7.1,2). As pessoas falam mal ou maldizem (amaldiçoam) do próximo. Porém, Deus não aprova quem faz isso: “Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz”. (Tg.4.11). Também diz: “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: … nem maldizentes… herdarão o reino de Deus”. (1Co.6.9,10). Por isso amaldiçoar no sentido de maldizer é pecado.

Quando a Bíblia diz: “A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto”. (Pv.18.21). Não tem base nenhuma para o que o neopentecostalismo ensina sobre maldição. A palavra “poder” nesse texto está no hebraico “yad” que é uma figura ou linguagem figurada de poder. Não há poder espiritual ou cósmico nenhum na língua, o escritor bíblico está apenas expressando como se tivesse. Nesse caso, está no sentido de “caluniar, difamar, maldizer, condenar” (tipo: Ec.8.4). As palavras hebraicas que se significam “poder” espiritual ou cósmico literalmente são: “El” (Gn.31.29) e “koach” (Êx.9.16).

Quando Jesus trata com a figueira, a palavra dele foi de maldição, mas no sentido de “condenação”. Veja: “E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela, porventura, acharia alguma coisa. Aproximando-se dela, nada achou, senão folhas; porque não era tempo de figos. Então, lhe disse Jesus: Nunca jamais coma alguém fruto de ti! E seus discípulos ouviram isto”. (Mc.11.13,14). Mais adiante Pedro relata: “Então, Pedro, lembrando-se, falou: Mestre, eis que a figueira que amaldiçoaste secou”. (idem v.21). Observe que em momento algum a interpretação do texto sofre influências de misticismo ou esoterismo. Por quê? Por que não introduzi ao texto o entendimento brasileiro sobre “maldição”, mantive o pensamento que está revelado nas Escrituras. Nesse entendimento, a expressão MALDIÇÃO HEREDITÁRIA torna-se sem sentido algum à luz da Bíblia. Porque a “maldição” não é vista nas Escrituras como “feitiço mau”. Por isso que os neopentecostais pregam tanto a conhecida “quebra de maldição”. Isto é, “quebra do feitiço mau”. O erro todo nasce do entendimento equivocado de “maldição”. Fazem um anacronismo sincrético. Ou seja, fazem uma confusão de crenças e entendimentos religiosos quando vão para o texto bíblico que fala de “maldição”. Isso ocorre porque o próprio neopentecostalismo é um sincretismo religioso descarado. Uma vez que maldição quer dizer “condenação” (ou juízo) ou “destruição” ou “desgraça (ausência da graça) quando se refere aos atos divino. Fica sem harmonia o termo MALDIÇÃO HEREDITÁRIA. Façamos a substituição das palavras que significam maldição na Bíblia e veja se as frases fazem sentido:

CONDENAÇÃO HEREDITÁRIA? DESGRAÇA HEREDITÁRIA? DESTRUIÇÃO HEREDITÁRIA? Existe?

Basta lermos os seguintes textos:

“A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai, a iniquidade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a perversidade do perverso cairá sobre este”. (Ez.18.20).

“Que tendes vós, vós que, acerca da terra de Israel, proferis este provérbio, dizendo: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos é que se embotaram? Tão certo como eu vivo, diz o SENHOR Deus, jamais direis este provérbio em Israel”. (idem v.2,3).

“Naqueles dias, já não dirão: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos é que se embotaram. Cada um, porém, será morto pela sua iniquidade; de todo homem que comer uvas verdes os dentes se embotarão”. (Jr.31.29,30).

Ora, além de todos esses versículos provando que tal pensamento é equivocado. Ainda temos uma pergunta retórica que não quer calar: se Deus está condenando ou destruindo ou trazendo desgraça a alguém quem pode quebrar isso?

Eu só conheço JESUS. Dele está escrito: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)”. (Gl.3.13). Ora, todo o juízo (maldição) é provindo da lei (idem v.10) conforme lemos em Deuteronômio 28.16-19 e também 1Coríntios 15.56. Torna-se mais sem sentido ainda alguém se propor quebrar essa condenação (maldição) exceto JESUS.

ONDE ESTÁ A MALDIÇÃO HEREDITÁRIA?

O que pode haver é que Deus condena (amaldiçoa) alguém e os filhos sofrerem as consequências disso. Mas, não a condenação em si. O fato é que não existe na Bíblia o termo e nem o entendimento denominado MALDIÇÃO HEREDITÁRIA.

Exemplo vivencial:
Um pai de família comete um crime, e por isso é preso. A esposa e os filhos vão sofrer as consequências disso. Tipo: dificuldades financeiras (se o pai for o único provedor da casa), vergonha, ausência paterna no lar, etc. Nada mais do que isso.

É nesse contexto que Êxodo 20.5 diz:
“Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem”.

Note que essa postura divina é somente quanto ao pecado da idolatria, pois não vemos essa mesma citação referindo-se aos demais.

ENTÃO QUAL A VISÃO CORRETA?

A posição bíblica, ortodoxa sobre o assunto é que há pecados que se perpetuam pelas famílias. Ou seja, há PECADOS DE FAMÍLIAS. Dar sentido a expressão “condenação”. Isto é, junto aos pecados de famílias vem o juízo (maldição) de Deus. E se perpetuam (tornam-se hereditários) porque não há arrependimento. Assim, quem se envolve na prostituição está trazendo uma iniquidade para a sua família, que poderá ser praticada por outros familiares. E isso não é automático, é propício que aconteça. A Palavra de Deus diz:

“Um pouco de fermento leveda toda a massa”. (Gl.5.9).

“Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento leveda a massa toda?”. (1Co.5.6).

Nisso, não há feitiço algum. É o mau exemplo se propagando. Torna-se modelo para outros daquela família. O mesmo ocorre com os demais pecados.

Para Satanás é mais fácil trabalhar um pecado que já vem se desenvolvendo dentro de uma família do que ele introduzir outro. Ele age na facilidade: “nem deis lugar ao diabo”. (Ef.4.27).

Não si enganem, toda a base da sociedade é a família. As iniquidades nascem dela. Se não fosse assim o mundo não padecia no maligno: “Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro jaz no Maligno”. (1Jo.5.19).

Portanto, quando alguém se arrepende de seus pecados, Deus retira de sobre essa pessoa toda a maldição (condenação, juízo, desgraça, destruição). Só a misericórdia de Deus por meio de Jesus Cristo pode trazer o perdão sobre tal pessoa. Se você se perguntar: o que traz maldição para alguém? A desobediência a lei divina, o pecado. E só com o arrependimento sincero e a entrega da vida a Cristo pode remover a maldição. Como está escrito:

“As vossas iniquidades desviam estas coisas, e os vossos pecados afastam de vós o bem”. (Jr.5.25).

“Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça”. (Is.59.2).

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados”. (At.3.19).

“O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia”. (Pv.28.13).

“As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim”. (Lm.3.22).

“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. (Rm.8.1).

Todavia, Deus não removerá as consequências:

“Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará”. (Gl.6.7).

Alguém, uma vez em Cristo, e uma vez salvo e perdoado, afirmar que tem que fazer uma campanha de quebra de maldição está negando a suficiência de Cristo e a misericórdia divina E pior ainda: querer quebrar as consequências de pecados cometidos é uma afronta a justiça de Deus. Ou se alguém quiser quebrar maldição que está sobre sua vida sem se converter, sem se entregar a Cristo fará uma tentativa frustrada. Como está escrito:

“Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus”. (Jo.3.36).

“… porque sem mim nada podeis fazer”. (Jo.15.5).


Esta postagem foi escolhida para ser publicada no meu livro edição comemorativa do blog Anti-Heresias - 10 anos. Por ser uma das 10 mais visualizadas. E os comentários, até a data de publicação, foram incluídos.



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